Projeto de extensão, UFAL
Liga Acadêmica de Bioquímica e Biotecnologia
Descrição
A Liga Acadêmica de Biotecnologia e Bioquímica propõe um conjunto de ações extensionistas voltadas à popularização da ciência, aproximando a sociedade dos fundamentos da bioquímica e de suas aplicações no cotidiano. Entre as iniciativas, destaca-se “Enzimas em Ação”, uma feira itinerante destinada a estudantes do ensino médio e técnico da rede pública, cujo objetivo é tornar a enzimologia mais acessível e atrativa. A ação utiliza demonstrações experimentais simples, materiais didáticos interativos e modelos tridimensionais para apresentar conceitos como catálise biológica, energia de ativação e especificidade enzimática. Experimentos cromogênicos, clareamento de manchas por lacases e modelos do mecanismo de encaixe induzido permitem visualizar, de maneira prática, o funcionamento das enzimas e sua importância para os processos vitais. Além disso, são exibidos produtos comerciais que utilizam enzimas — como amaciantes de carne, detergentes e fármacos digestivos — reforçando sua presença no cotidiano e sua relevância na biotecnologia moderna. Outra ação estruturante da Liga é o projeto de popularização da purificação de proteínas, área central da bioquímica moderna e fundamental para o desenvolvimento de fármacos, diagnósticos e aplicações industriais. A proposta busca aproximar a comunidade externa dos princípios e aplicações das técnicas de purificação, tradicionalmente restritas ao ambiente acadêmico. Para isso, são ofertados minicursos introdutórios, rodas de conversa e atividades interativas baseadas em recursos visuais, demonstrações práticas e materiais educativos. As ações também serão divulgadas nas redes sociais, ampliando o alcance da iniciativa. Todo o projeto é orientado pelos princípios da Alfabetização Científica, compreendida como a capacidade de interpretar fenômenos, compreender processos científicos e tomar decisões informadas com base no conhecimento. Assim, a Liga promove não apenas a transmissão de conteúdos, mas também o desenvolvimento do pensamento crítico, da autonomia intelectual e do diálogo entre universidade e sociedade.
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