Projeto de pesquisa, UFCG
MELATONINA E Ascophyllum nodosum NA INDUÇÃO DA TOLERÂNCIA DO ALGODOEIRO AO DÉFICIT HÍDRICO NO SEMIÁRIDO PARAIBANO
Descrição
O algodoeiro é uma importante cultura econômica e é amplamente cultivado em todo o mundo, sendo a maior parte da produção em regiões áridas e semiáridas, onde secas causam grandes prejuízos, fazendo-se necessário estratégias eficazes de cultivo, destacando-se a aplicação exógena de melatonina. Neste contexto, propõe-se esta pesquisa avaliar o crescimento, a fisiologia, os indicadores bioquímicos, e a produção do algodoeiro ‘BRS Jade’ sob lâminas de irrigação e aplicação de melatonina e microrganismos à base de algas. O experimento foi desenvolvido no delineamento de blocos casualizados, em arranjo fatorial 5 × 5 × 2, sendo cinco lâminas de irrigação (40, 60, 80, 100 e 120% da Evapotranspiração Real), cinco concentrações de melatonina (0, 100, 150, 200 e 250 µM) e duas estratégias com bioestimulantes à base de microrganismos (C - controle (sem aplicação de bioestimulante) e A - Ascophyllum nodosum (0,75 kg ha-1)) com três repetições. Serão avaliados o crescimento, trocas gasosas, pigmentos fotossintéticos, potencial hídrico foliar, fluorescência da clorofila, indicadores bioquímicos, produção e qualidade de fibra do algodão. Os dados obtidos serão avaliados mediante análise de variância pelo teste ‘F’. Nos casos de significância, será realizada análise de regressão (p ≤ 0,05) para os dados relativos às lâminas de irrigação e concentrações de melatonina e teste de Tukey (p ≤ 0,05) para os bioestimulantes. Espera-se que a pesquisa demonstre que a aplicação de melatonina e bioestimulantes à base de microrganismos no algodoeiro de fibra naturalmente colorida sob estresse hídrico melhorem a tolerância das plantas à seca, otimize o uso da água e aumente a produção de pluma no semiárido paraibano.
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