Projeto de extensão, UFPE
Neurologia Descomplicada 2026
Descrição
O projeto Neurologia Descomplicada é uma iniciativa de extensão universitária voltada para a promoção da educação em saúde e prevenção de agravos neurológicos, com foco no alcance de aproximadamente 35.000 pessoas. Desenvolvido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), por meio da Liga Acadêmica de Neurologia e Neurocirurgia (LANNE-UFPE) e em parceria com a Rádio Universitária Paulo Freire, o projeto visa democratizar o acesso ao conhecimento neurocientífico. A ação busca combater a desinformação e reduzir a morbimortalidade de doenças como o Acidente Vascular Cerebral (AVC), demências e cefaleias, que representam as principais causas de invalidez e anos de vida perdidos no mundo. A estratégia baseia-se em quatro etapas principais: Educação e Planejamento: Reuniões mensais da equipe multidisciplinar (Medicina e Jornalismo) para curadoria de temas prevalentes e tradução da linguagem técnica para o formato popular. Produção de Conteúdo Transmídia: Gravação de podcasts e programas de rádio com especialistas convidados, utilizando a estrutura da Rádio Paulo Freire para garantir qualidade técnica e editorial. Disseminação e Interatividade: Transmissão via rádio difusão e plataformas de streaming, complementada por campanhas digitais nas redes sociais da LANNE-UFPE, utilizando cortes de vídeo e infográficos educativos. Avaliação e Feedback: Monitoramento do engajamento social e aplicação de questionários de percepção de saúde junto aos ouvintes e seguidores, visando o ajuste contínuo das abordagens educativas. O projeto utiliza a capilaridade do rádio e das mídias digitais para romper barreiras socioeconômicas, garantindo informação de qualidade de forma equitativa. Integra o rigor acadêmico da UFPE com a necessidade prática da comunidade, consolidando-se como uma ferramenta de transformação social e formação humanizada dos estudantes. Resultados esperados: Ampliação do conhecimento da população leiga sobre sinais de alerta de emergências neurológicas (como o AVC); Redução do estigma social associado a doenças como Alzheimer, Parkinson e Epilepsia; Fortalecimento da Rádio Universitária como canal de utilidade pública e divulgação científica; Capacitação de discentes na comunicação assertiva e ética em saúde.
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