Projeto de extensão, UFPE
Atendimentos fisioterapêuticos para pacientes com cefaleia
Descrição
A Fisioterapia contempla uma variedade de abordagem de tratamento que pode ser um recurso auxiliar à terapia medicamentosa para pacientes com cefaleia, especialmente para os pacientes que apresentam resistência ou algum tipo de efeito adverso ao uso de medicamentos. A presente proposta de extensão tem como objetivo oferecer tratamento fisioterapêutico para pacientes com cefaleia, como uma forma coadjuvante e não medicamentosa. No que concerne as ações extensionistas os objetivos da presente proposta contempla inserir alunos da graduação no atendimento, dando-lhes oportunidade de aprender na prática a abordagem fisioterapêutica para estes pacientes; diferenciar os diagnósticos de alguns tipos de cefaleia, seja migrânea, cefaleia do tipo tensional e/ou cervicogênica; ampliar a interdisciplinaridade com a participação de médicos (neurologistas), uma vez que os alunos acompanham o atendimento clínico dos pacientes; Aliviar a dor, reduzir duração e frequência de crises de cefaleia; melhorar qualidade de vida. A proposta é uma iniciativa do Laboratório de Aprendizagem e Controle Motor (LACOM) do Departamento de Fisioterapia da UFPE. Participarão deste estudo discentes, docentes, técnicos administrativos e a comunidade externa, que se beneficiarão dos atendimentos propostos. Os voluntários serão recrutados por livre demanda, por meio de cartazes, mídias sociais e ações educativas e devem ter idade entre 18 a 60 anos, de ambos os sexos, com queixa de cefaleia, diagnosticados por um neurologista do nosso grupo de pesquisa, baseado nos critérios da Classificação Internacional de Cefaleias (ICHD 3ª edição). Os atendimentos acontecerão no LACOM, nas terça-feira e quinta-feira de 8h as 12h. As etapas compreendem avaliação com o neurologista, avaliação fisioterapêutica e a atuação da fisioterapia no tratamento da cefaleia. A avaliação fisioterapêutica será realizada pelos discentes de graduação, supervisionados por alunos de pós-graduação e pelos docentes envolvidos na proposta. Os voluntários serão orientados a preecherem um diário da cefaleia (para acompanhar a frequencia, intensidade e duraçãos da crises de dor de cabeça); nível de incapacidade cervical; escala de percepção global de mudança; qualidade de vida; amplitude de movimento cervical; limiar de dor à pressão; alodinia cutânea. Após a avaliação os pacientes serão incluídos no protocolo de tratamento fisioterapêutico, o qual será realizado pela equipe previamente treinados e sob supervisão, para executar a proposta de tratamento.
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