Projeto de extensão, UFG
ESTÁGIO INTERDISCIPLINAR DA RESIDÊNCIA AGRÁRIA/ EIRA.
Descrição
O Estágio Interdisciplinar da Residência Agrária (EIRA) está vinculado a 2ª turma da “Especialização Lato Sensu em Direitos Sociais do Campo/ Residência Agrária”, promovida pela Universidade Federal de Goiás (UFG – Campus Goiás), em parceria com o PRONERA/ INCRA e os Movimentos Sociais e Sindicais do Campo. É uma ação interdisciplinar desenvolvida pelo Observatório Fundiário Goiano (OFUNGO). Intersecciona a teoria apreendida com a prática mobilizadora, no intercruzamento das atividades pertinentes à pesquisa e à extensão universitária, articulando, por meio da pedagogia da alternância, uma experiência educacional emancipadora e socialmente referenciada. Esse projeto visa, assim, por meio dos postulados estruturantes da assessoria jurídica popular e dos movimentos sociais e sindicais do campo, oportunizar uma experiência imersiva para os educandos e educandas da graduação junto à turma da especialização composta por beneficiários da Reforma Agrária graduados nos cursos de Direito, Serviço Social, Arquitetura e Urbanismo, Educação no Campo e áreas afins, em consonância com a 7ª edição do Manual de Operações do PRONERA, aprovado pela Resolução do Conselho Diretor – CD nº 28 de 09 de abril de 2025. Por meio desta 2ª edição do EIRA, os educandos e educandas da graduação terão a oportunidade de acompanhar e executar, em conjunto, as ações realizadas pelos pós-graduandos/as orientadas pelos Núcleos de Extensão e Pesquisa (NEPs), vinculadas a Especialização em Direitos Sociais do Campo. São 04 NEPs constituídos: “Trabalho, direitos sociais e políticas públicas”; “Assessoria jurídica popular”; “Assessoria técnica em Arquitetura e Urbanismo e comunidades do campo”, e, “Educação do Campo”. Desta forma, por meio da pedagogia da alternância, será possível articular a graduação com a pós graduação e realizar um processo formativo contínuo com ações desenvolvidas durante o tempo universidade (voltado para análise dos desafios que perpassam a realidade agrária brasileira e a efetivação do direitos sociais do campo) e o tempo comunidade (com ações nas comunidades de origem da turma de especialização, refletindo e atuando na realidade rural brasileira descentralizada, enxergada como um ambiente de reprodução da vida, de conflitos, de lutas e de resistências).
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