Projeto de pesquisa, UFRRJ
Espaço, reprodução e cotidiano: formas sociais críticas e seus territórios no Oeste Metropolitano do Rio de Janeiro
Descrição
A realidade urbana e metropolitana contemporânea tem sido uma das tônicas mais relevantes dos debates e práticas que pautam os ritmos do mundo moderno. Nesse sentido, compreendemos que um jogo de escalas, variando da mundialidade até a localidade dos fenômenos, perfaz uma relevante trama analítica no desvendamento da realidade econômica, social e política do mundo contemporâneo. Considerando essas asserções, este projeto almeja trazer elementos teóricos, analíticos, metodológicos e epistemológicos para compreender a afirmação da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ) e, mais especificamente, do Oeste Metropolitano do Rio de Janeiro (OMRJ), em uma complexa arquitetônica espaço-temporal de longa duração. Desse modo, esta proposta almeja mapear o espectro, no âmbito da vida cotidiana, das formas sociais críticas desdobradas do “curto-circuito metropolitano” e da “modernização retardatária” no OMRJ. Compreendendo que, nas pesquisas anteriores, concebemos que essa região se apresenta como um “laboratório” social avançado do que denominamos constituir-se como a “forma miliciana”, o objetivo principal desta nova etapa de nossa pesquisa será voltar-se às formas cotidianas dessa morfologia socioespacial. De modo geral, essas pesquisas vêm sendo executadas há pelo menos sete anos, envolvendo discentes de graduação e pós-graduação, e contou, nesse período, com recursos advindos do PIBIC-CNPq, da FAPERJ e da CAPES, bem como os recursos materiais da UFRRJ.
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