Projeto de extensão, UFPB
REDE IDIOMAS SEM FRONTEIRAS (ISF): formação docente e ensino de português para estrangeiros no PLEI-UFPB
Descrição
A Língua Portuguesa vem ganhando uma maior ascensão no contexto de pluralismo linguístico, isso ocorre devido a programas de incentivo profissional e estudantil os quais têm colocado o Brasil no centro do interesse no exterior. Tal panorama tem proporcionado a vinda de um grande número de alunos intercambistas estrangeiros para a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) nos últimos anos, por meio de convênios de mobilidade estudantil. Em resposta a uma parcela das demandas do mercado educacional internacional consoante às necessidades de globalização e internacionalização da Educação Superior, surge, em 2011, o Programa Ciências sem Fronteiras com os objetivos de propiciar formação e capacitação de pessoas com elevada qualificação em universidades, instituições de educação profissional e tecnológica, e centros de pesquisa estrangeiros de excelência com o fito de atrair para o Brasil jovens talentos e pesquisadores estrangeiros de elevada qualificação, em áreas de conhecimento definidas como prioritárias (BRASIL, 2011). Desde 2019, a Rede Idiomas sem Fronteiras, vinculada à Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior–ANDIFES, denominada de Rede Andifes IsF, prima por ser uma política pública que está aparelhada por um sistema de comunicação que aproxima os públicos internos das universidades federais com os sujeitos da comunidade externa, de modo que se fortaleçam as iniciativas de internacionalização através dos Núcleos de Línguas (NucLi) credenciados. Diante do exposto, este projeto, alinhado à área de Linguística Aplicada ao Ensino de Português Língua Estrangeira (PLE), propõe a) a oferta de cursos de língua portuguesa para estrangeiros de variados perfis, a saber: 1) estudantes vinculados à UFPB por meio da mobilidade estudantil e que busquem conhecimentos na língua portuguesa para fins acadêmicos, 2) demais estrangeiros da comunidade externa à instituição, tais como refugiados, migrantes forçados e estrangeiros em situação de legalidade no Brasil, e estrangeiros que estejam no exterior que precisem de conhecimentos interculturais e linguísticos para inserção social e profissional nas situação de uso específico da língua portuguesa; e b) a formação de estudantes de Letras Língua Portuguesa, em nível teórico e em nível prático, através da ministração dos cursos de português língua estrangeira para estrangeiros da comunidade interna e externa à instituição, como parte experiencial dessa formação docente em serviço.
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