Projeto de extensão, UFPB
Projeto Fumatox: Onde há fumaça há doença
Descrição
O “Projeto Fumatox: onde há fumaça há doença” integra as ações de popularização da ciência e disseminação do conhecimento previstas no projeto de pesquisa FUMATOX – Efeitos tóxicos de queimadas sobre a saúde materno-infantil na Paraíba, contemplado na CHAMADA PPSUS – Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde / FAPESQ/CNPq/Decit-SECTICS-MS/SES nº 02/2025. A iniciativa tem como objetivo aproximar o conhecimento científico da sociedade, promovendo educação em saúde e comunicação pública da ciência sobre os impactos das queimadas, com foco especial em gestantes, neonatos e profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS). Inserido no contexto do semiárido paraibano, onde a ocorrência de queimadas é intensificada por condições climáticas e práticas de uso do solo, o projeto articula pesquisa científica, extensão universitária e ações educativas. As atividades incluem a produção de materiais educativos digitais acessíveis, como infográficos, cards ilustrativos, vídeos curtos, animações e conteúdos explicativos sobre os riscos da exposição à fumaça e ao material particulado fino (PM2.5). Esses materiais serão divulgados por meio das redes sociais do grupo proponente, website institucional e canal no YouTube, ampliando o alcance junto à população em geral, professores e estudantes. Como estratégia de comunicação direta com o setor saúde, será criado um grupo de WhatsApp para compartilhamento contínuo de conteúdos com gestores do SUS, profissionais de saúde e agentes comunitários dos municípios envolvidos. O projeto prevê ainda a realização de encontros presenciais, com palestras e rodas de diálogo voltadas à apresentação da problemática das queimadas, dos objetivos do estudo e dos resultados esperados. Como ação inovadora de divulgação científica, será produzido o fotodocumentário “Terra do Fogo: os impactos das queimadas e a ciência por trás da fumaça”, além do desenvolvimento de material didático para professores da rede pública. Essas estratégias visam transformar evidências científicas em informação acessível, fortalecendo o controle social, subsidiando a gestão pública e ampliando a conscientização sobre os riscos das queimadas à saúde materno-infantil.
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