Projeto de extensão, UFRN
O JARDIM SENSORIAL da UFRN COMO UM ESPAÇO DE FORMAÇÃO CIENTÍFICA E INCLUSÃO NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE
Descrição
Os espaços não formais de ensino podem contribuir para complementar o conhecimento e o aprendizado advindos da educação formal, pois considera-se que nesses espaços os conteúdos podem ser trabalhados de forma lúdica, facilitando a aprendizagem. Nessa perspectiva, em espaços não formais como um jardim sensorial, por exemplo, podem ser trabalhados conteúdos relacionados, principalmente, ao ensino de ciências, educação ambiental e a educação para a sustentabilidade por meio de atividades ao ar livre que oportunizem experiências e vivências que favoreçam a aprendizagem dos conteúdos e dos elementos ligados à temática da sustentabilidade. Este projeto desenvolver-se-á em um jardim sensorial localizado no parque do Museu Câmara Cascudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O jardim apresenta uma proposta pedagógica aliada a uma perspectiva de inclusão. Este trabalho tem como objetivo estabelecer programas pedagógicos novos e abordagens didáticas inovadoras como contribuição do jardim sensorial da UFRN para o ensino e aprendizagem de ciências naturais na perspectiva da preservação e conservação do meio ambiente. O jardim sensorial planejado é, também, uma proposta de inclusão social, especialmente para pessoas com deficiência, e uma possibilidade pedagógica, de modo geral, sendo ainda uma opção recreativa e de promoção da educação para a sustentabilidade. Esse espaço pode colaborar para pessoas videntes vivenciarem maneiras diferentes de experimentar o aguçamento dos demais sentidos, se ela for temporariamente privada da visão (visitando o Jardim com olhos vendados, por exemplo). As pessoas são encorajadas a tocar, cheirar, saborear e interagir com o ambiente ao seu redor trazendo à tona o sentido de respeito e responsabilidade pela natureza. Pretende-se, assim, contribuir para alcançar algumas metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, lançados pela Organização das Nações Unidas (ONU) e atuar no âmbito socioambiental, na direção de um processo de conscientização acerca da relevância da inclusão e das práticas pedagógicas em espaços não formais de educação.
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